sábado, 22 de novembro de 2014

Meu eu


Sinto que não sou mais aquela.
Porém, ainda não sou esta.
Esse movimento  do que fui pra o que posso ser.
É que me aflige!
Como libertar-me daquilo que fui?
Como permitir-me ser?
Enquanto não acho a resposta continuo a viver
Viver; se isso puder nomear o vazio de não ser.
Ah... Quanta dor tem que se suportar, para poder vir a ser?
Rascunho poético

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